Para um mundo cheio de idiotas.
É como os Hermanos que são Los, disseram, não se atreva a me dizer do que é feito o samba. Seu vacilão. Eu não me importo com dinheiro, não vai adiantar me dar o endereço da tua cobertura. Isso não vai me impressionar. E tenho coisas mais "Leminskianas" para me importar. Vou preferir trocar esse teu carro importado último modelo do universo, por um por do sol ao lado de uma gentil companhia. Vou escutar Sigur Rós até meus ouvidos sangrarem, mas me recuso a acompanhar essa vida patética que a midia social te forçou a ter. Cheia de selfies e nudes na rede. Cheia de sertanejo universitário que se formou por dinheiro para viver as custas do papai e do titio. Na verdade, dessa vida digital, eu não quero nada. Só me deixa alguns bytes para publicar meus textos, e vai embora. Podes ir. A sensação da tua ausência é tão leve que chega a ser benéfica. Fica gostoso estar sozinho. Fica suave e delicado de um jeito bonito. Tu não aprendeu a lição, então repito: ser de verdade significa qu...