(Poesia pra uma tarde chuvosa - sem título)
Pobre coração, esqueceu de amar.
Pela rotina do viver.
Deixou ele passar.
Agora, no meio dessa confusão,
não consegue se arrepender.
Vigia a noite sempre calado,
fecha os olhos sempre cansado,
sempre desiste com os punhos cerrados.
Pobre coração quebrado.
Já não se vê mais feliz.
Mesmo tendo tudo que sempre quis.
Encontra o vazio arrebatador.
E se afoga sem a essência de ser.
Recebe o corte do vento
sem se defender.
Aceita a tormenta.
E só assim pode ser lembrar do sentir.
Faz tempo que é assim.
Escolhe todo dia seu caminho.
Sempre de sol a sol,
achando que é sozinho.
Triste que é seu existir.
Chora ao lembrar do teu sorrir.
E escreve cartas pra te entregar.
Nenhuma remete de fato, prefere as guardar.
Pobre coração que esqueceu como amar...
Pela rotina do viver.
Deixou ele passar.
Agora, no meio dessa confusão,
não consegue se arrepender.
Vigia a noite sempre calado,
fecha os olhos sempre cansado,
sempre desiste com os punhos cerrados.
Pobre coração quebrado.
Já não se vê mais feliz.
Mesmo tendo tudo que sempre quis.
Encontra o vazio arrebatador.
E se afoga sem a essência de ser.
Recebe o corte do vento
sem se defender.
Aceita a tormenta.
E só assim pode ser lembrar do sentir.
Faz tempo que é assim.
Escolhe todo dia seu caminho.
Sempre de sol a sol,
achando que é sozinho.
Triste que é seu existir.
Chora ao lembrar do teu sorrir.
E escreve cartas pra te entregar.
Nenhuma remete de fato, prefere as guardar.
Pobre coração que esqueceu como amar...
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