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A mostrar mensagens de janeiro, 2018

Manifesto aos desconhecidos.

Tem muita coisa na internet já. E eu escrevo isso com a total convicção de que esse texto, é só mais uma das centenas de milhares de folhas que essa árvore digital sustenta em seus galhos. Não há pretensão aqui. Afinal, poucas pessoas ou quase ninguém, lê esse blog. Na verdade, a audiência desses textos é tão baixa que você pode se sentir alguém privilegiado por ler um conteúdo tão exclusivo. De qualquer forma, o tempo flutua pelas areias da matéria. Ignorando todo e qualquer ato e sentimento humano durante o processo. E acredite em mim, ninguém vai se importar com a nossa rusga. Com a mágoa que a gente guardou porque ela falou isso e ele disse que somos aquilo. No futuro, definitivamente, ninguém vai escavar nossos túmulos em busca de um vestígio que seja das nossas diferenças com Fulano ou Beltrana. De fato, um dos conselhos que sempre carrego comigo é que todos percam a menor quantidade possível de segundos com esse tipo de pensamento. Sensação. Ou sentimento. Todo dia o globo gira ...

Depois do silêncio:

Existe algo sobre o muro. Nós somos aqueles que planejam coloca-lo a baixo. Somos aqueles que falam sobre a revolução. Sobre os sonhos daqueles que sonharam e partiram. Nos e nossas marretas. Enferrujadas e tortas. Nossos pés descalços  e mãos calejadas. Somos o vinho doce e a fumaça do aviso. O silêncio que antecede  a balbúrdia. E estamos aqui. Planejando com os  nossos sorrisos. Planos jovens de um futuro melhor. Para que mesmo que não consigamos. Alguém continue a sonhar na nossa partida.