Marcelo Camelo, Natal, minha unha roxa. E a doce solidão.
Na minha teoria, as vezes minha boca se torna meu orifício anal e tudo que eu falo são fezes disfarçadas de palavras. "Eu ando em frente por sentir saudade...." canta meu iTunes. E eu feito um pateta canto junto... Duvido que alguém queira ouvir o que tenho para dizer sobre o coco. Mas eu preciso. As cortinas da eternidade me escondem muitos dias de sol e sinceras taças de vinho honesto. Um dia, o mundo vai ser um lugar cheio de abraços. E o papai noel não será proibido em cidadezinhas alemãs que não tem mais com o que se preocupar... Mas até lá, até lá somos o que somos. E o futuro nunca está errado dizia Machado Assis fumando seu cachimbo. O futuro nunca está errado e há quem diga, que o primeiro amor nasce pela necessidade de amar. Coisa linda hein ? O sempre só para solidão. Sempre sopra solidão, nessa direção. Ficou feio. Ok, Machado de Assis me deu uma surra literaria. Mas quem aqui não à tomaria com um sorriso no rosto ? Uma gaivota não faz verão. Mas meu verão não tem...