Não há nada mais para fazer.
Eu me sinto um pouco frustado por perder idéias. Parece que todas as boas, vem e vão... É, eu admito que isso seja uma visão "sweet sixteen" da vida. Mas ninguém pode me culpar por desejar ter posse das minhas próprias idéias. Como se elas fossem uma parte de mim e eu uma parte de todo o resto. Tempo e espaço se dobram na minha frente. Como a letra do "The accidental" eu vejo o bonito sol da manhã pensando que não há mais nada para fazer. Não agora. Digo, eu ainda preciso trabalhar como um cachorro. Ainda preciso correr como um desesperado. Ainda tenho meus incêndios para apagar. Meus demônios para exorcisar. E todos os meus outros trecos para resolver. Mas ainda assim, não há mais nada para fazer. E uma garrafa de vinho depois eu ouço de um amigo que estamos ficando velhos. " Concordo contigo, mas preciso saber porque..." " Tu não pensa, nem que seja as vezes, no que vai ficar pra trás no dia que morreres ?" " Todo dia... Mas eu sou imortal...