Mensagens

A mostrar mensagens de julho, 2010

Não há nada mais para fazer.

Eu me sinto um pouco frustado por perder idéias. Parece que todas as boas, vem e vão... É, eu admito que isso seja uma visão "sweet sixteen" da vida. Mas ninguém pode me culpar por desejar ter posse das minhas próprias idéias. Como se elas fossem uma parte de mim e eu uma parte de todo o resto. Tempo e espaço se dobram na minha frente. Como a letra do "The accidental" eu vejo o bonito sol da manhã pensando que não há mais nada para fazer. Não agora. Digo, eu ainda preciso trabalhar como um cachorro. Ainda preciso correr como um desesperado. Ainda tenho meus incêndios para apagar. Meus demônios para exorcisar. E todos os meus outros trecos para resolver. Mas ainda assim, não há mais nada para fazer. E uma garrafa de vinho depois eu ouço de um amigo que estamos ficando velhos. " Concordo contigo, mas preciso saber porque..." " Tu não pensa, nem que seja as vezes, no que vai ficar pra trás no dia que morreres ?" " Todo dia... Mas eu sou imortal...

Hey, what are you looking at ? She was a happy girl the day that she left me...

Sem escorneamento ! Eu acredito em segundas chances. Nã (sem "o"). Definitivamente, nãã !? Assisti o vencedor do oscar (minúsculo conforme prometido) "Guerra ao Terror". Um ótimo roteiro realmente. Como um educado tapa no rosto de James Cameron, Kathryn Bigelow manda ver num filme que vai muito além de explosões em camera lenta, tiros ao melhor estilo "bang bang" e interpretações dignas de Taxi (1978). Pra mim, e pra minha interpretação da realidade perturbada, Guerra ao Terror é sobre pessoas que se esqueceram como amar a vida. É a única explicação que eu encontro, na sequencia em que o protagonista se despede de um companheiro de companhia que foi baleado no femur. O soldado que tomou o tiro o manda se fuder com todas as células da boca, o acusando por ter arrastado a todos pra epicentro do problema da guerra. E diz que com sorte voltará a caminhar em 6 meses. Nosso anti herói aterrorizado pelos próprios demonios o responde sorrindo: " - Six months ...