Tudo é novo. Nada já aconteceu antes. Pela primeira vez ela pisava fora de casa, era tão diferente. Durante as noites passadas, o destino havia sido tão grosseiro e abrupto. Mas não mais... Esse era o fim das coisas como ela conhecia, e pela primeira vez, se sentia confortável com a situação. Dias longos viriam diante seus pés, pedras aos caminhos, tempestades intermináveis... Tudo a mais pura verdade e pela primeira e única vez. Não importava o quanto se caminhasse, a linha do horizonte era mais rápida. Aparentemente impossível de ser alcançada. "- O que posso fazer ? É culpa minha ?" - Claro que não, afinal, você nunca fez isso antes. Lhe respondia o narrador. A relatividade das histórias está dentro dos ouvidos que a ouvem. "- E você não é o dono do que escuta ! Lembre-se disso". E continuava a caminhar em direção a lugar nenhuma... Para longe daqui, e rumo a porra alguma ! Palavrões, chega deles. Sejamos bem educados, por favor. Tudo bem, textos escritos em for...